10 anos | Parte II – Capazes de grandes feitos

31 Março 2026

Dezembro de 2016 trouxe “Família”. Para quem já não tinha um Natal em família há 4 anos, foi um reforço de Amor, de conforto, de ninho – maravilhoso, por sinal.

Não damos valor às pequenas coisas que temos. Abrir a torneira e sair água potável. Fazer uma chamada e estar perto de quem amamos. Pegar no carro e dar um mergulho no mar. Sair de casa e não haver perigo de vida. Sermos protegidos pela lei se necessário. Viver em liberdade. Não ter medo de caminhar sozinhos. Não ter medo de mosquitos que trazem consigo picadas mortíferas. Pedir ajuda, se necessário, e saber que ela haverá sem contrapartidas. Apanhar um barco e ir almoçar às ilhas. Ouvir música, sem medo de não escutar aquilo que possa estar ao nosso redor: um ladrão, uma cobra, um perigo. O Natal. A tradição. A companhia de quem mais amamos. Mimos, comidas, bebidas, alegria em todo o redor. Não questionamos. Damos como adquirido.

Tempo de família. Comida tradicional. Cabrito, bacalhau, queijo, presunto e pão. Doces portugueses. Surpresas boas. Amor. Harmonia. Segurança. Simples. Tão bom.

Naquele natal em particular, eu atravessava um momento difícil. A parte mais difícil de deixar de beber não é a abstinência, é a quebra dos hábitos. Para a abstinência temos formas de trabalhar a mente e seguir um determinado rigor para a mudança; a parte mais difícil de deixar de beber são mesmo as pessoas. São os lugares. São os rituais. As tradições. Os costumes. São as pessoas. As pessoas! As nossas pessoas. Se dezembro cheirou a Família, esse dezembro em particular cheirou-me a uma pressão extrema e árdua oriunda daqueles que mais me amam e me querem bem. Foi deveras difícil fazer perceber e entender que “um simples golinho” é o mesmo que acordar um diabo adormecido. Não se brinca com o Diabo. Não se brinca. E ficavam ofendidos quando eu dizia que brindava com água. Os meus. Os nossos. Foi difícil. Mas olhando para trás, sou forte.

Esse final de ano e princípio de 2017 foi dedicado a passear e a namorar com a minha mulher e com a nossa futura filha Olívia. Passeamos pelo centro de Portugal, Nazaré, Peniche, Santarém, Óbidos, fomos à Quinta da Bacalhôa, a Mértola e à Costa Vicentina. Entre muitos lugares sem pressa. Estávamos “grávidos”, em recuperação e com um projeto para fazer vingar nas nossas vidas. Surfei ondas quentes, conduzi quilómetros lindos, fotografei, contemplei, gozei este nosso país de sol na melhor companhia de todas. Matei saudades de um Bom Amigo, do meu querido José Miguel Dias Pereira que, também ele, infelizmente já cá não está. Fizemos obras no quintal de nossa casa. Preparamos o ninho para o futuro da nossa família. Vivíamos o que cada dia nos dava.

Saudades desses tempos, “sem tempo”. Saudades desses tempos, “sem” responsabilidades. Saudades desses tempos que já não voltam mais. E a Rute sempre foi a melhor pendura. Sorrindo. Surpreendendo. Sendo.

Dezembro e janeiro anteciparam o que 2017 reservava. E eu, com tantos cigarros coloridos que fumava, não conseguia ver o caminho a desvendar-se de forma clara. Mas sempre esteve lá. Dia após dia.

Nessa altura, o meu foco era angariar novos Clientes. Estava entretido com o que tinha em curso, mas não havia nada que me falasse para dentro; que me estimulasse a fazer algo novo e desconfortável; que me tirasse o sono. Entretinha-me a arrumar o escritório, a afixar quadros na parede, a pintar a secretária, a organizar papéis. Era na marca B16 que eu queria aplicar a minha emoção. Transmitir o que sabia fazer. Sem grande sucesso, por sinal.

Foi em Fevereiro que recebi a oportunidade de trabalhar com a Infralobo. Depois de uma conversa ao telefone, de um pedido de proposta por e-mail e de alguns acertos pelo meio, fui chamado a uma reunião presencial. Nessa reunião estavam 3 pessoas que mudaram o rumo da B16 para sempre: o Eng. José Miguel, Presidente do Conselho de Administração dessa empresa municipal, o Dr. Carlos Manso, Diretor Financeiro, e o Cláudio Martins, administrador da Visualforma, um dos parceiros mais importantes na implementação do projeto que iríamos comunicar e para o qual fui chamado.

O Eng. José Miguel eu não conhecia pessoalmente, mas foi um prazer conhecê-lo. Foi um prazer trabalhar com ele. Esta reunião foi o ponto de partida, mas seguiram-se vários meses em que tivemos um objetivo em comum. Até à sua saída, mais tarde. Do pouco que conheci, pareceu-me ser uma pessoa de elevada confiança do Presidente do Município de Loulé na altura e, como tal, foi chamado para diversas frentes, umas a seguir às outras. Esteve pouco tempo na Infralobo. Mas o tempo suficiente para marcá-la para sempre.

O Carlos Manso foi diretor financeiro no meu tempo de Visualforma. Entrosei imenso com ele. Sempre nos demos bem. Era divertido, sério, frontal e agregador. Partilhamos algumas vitórias naquele tempo que por ali passei. Aprendi muito com ele. Imenso. E sempre tive admiração por ele, pessoal e profissionalmente. Recordo-me quando ele nos deu a notícia de que iria para a Infralobo trabalhar. Sentimos a sua saída na Visualforma. Para marcar a despedida, fiz uma campanha interna de e-mail marketing recorrendo à figura do ator Brad Pitt. Ele deve recordar-se dela, assim como eu e outros ex-colegas. Fizemos inclusive um momento de despedida formal, entre amigos. E, desde então, mantive relação com ele. Foi o Carlos Manso que estabeleceu o contacto e me ofereceu a possibilidade de ir para Moçambique. Devo-lhe muito. Devia-lhe muito na altura. E o que fizemos, que passarei a explicar, creio que ajudou a “pagar”, também, essa dívida.

A vida é feita de relações: pessoais e profissionais. Quanto mais depressa aprendermos essa lição, mais depressa saberemos que a escolha mais remota será a responsável pela solução mais pragmática. É naquele ser humano em que não pensamos que se encontra a solução. Quanto melhores as relações, maiores as possibilidades de sermos bem-sucedidos. É mesmo assim. O “amigo” de hoje é a solução de amanhã. E há que ter cuidado com essa relação de “vai e vem”. O que vai deve voltar e o que vem deve de ir também. Se é que me faço entender.

E depois, o Cláudio Martins. Não tenho facilidade em falar dele. É difícil para mim. O Cláudio é administrador de uma empresa internacional de tecnologias de informação, com uma quota de mercado nacional bastante significativa, que opera em setores muito específicos e que, nos últimos 30 anos, tem sido responsável por uma considerável parte evolutiva do nosso país. À empresa que administra devem-se grandes conquistas de inovação e ele é parte integrante desse legado. O Cláudio foi um colega de trabalho que eu conheci quando entrei na Visualforma. Ele fazia parte da equipa comercial e eu do departamento de marketing. Com o passar do tempo, fomos desenvolvendo uma amizade profissional. Porém, houve um período particular em que me lembro com muito carinho do Cláudio. Eu morava na praia de Faro. Era tão giro sair de casa de fato e gravata para o trabalho. Os moradores ficavam indignados. Mas era mais giro ainda regressar para os calções de banho e dar um mergulho no mar, calçar os chinelos e aproveitar o resto do dia. Momentos lindos. Haviam dias de trabalho árduo em que saíamos tarde da empresa. Lembro-me de passarmos pelo supermercado e acabar os dias na casa da praia a cozinhar boas refeições, a beber bons vinhos e a contemplar a magia da praia ao pôr-do-sol e à luz das estrelas refletidas no mar. Foram patuscadas maravilhosas. Ele diz que eu cozinhava sempre a mesma comida. Eu não me lembro, mas acho que fazia coisas distintas. Não sei quem tem razão, a verdade é que me recordo daqueles tempos como momentos de pura felicidade. Chegámos a fazer jantaradas com vários colegas e pessoas que nos eram queridas. Celebrámos aniversários, conversámos, rimos, falamos, crescemos. Foram bons tempos. É por isto que tenho dificuldade em falar do Cláudio. Por detrás de um profissional de excelência com um estatuto presente, está uma pessoa de tal forma “fixe” que tenho sempre medo de interferir no seu espaço. Não quero pisar nenhuma linha: nem a profissional, nem a pessoal. A realidade é que me tem acompanhado ao longo dos tempos. E, neste contexto, foi ele quem convidou a B16 a participar na solução tecnológica que tinha sido implementada na Infralobo.

Obrigado Cláudio.

A reunião com a Infralobo mudou o caminho da B16 para sempre, pois foi a partir daí que eu percebi qual o meu papel na agência. Como já disse anteriormente, não tenho capacidades técnicas para fazer design, vídeo, animação, fotografia, programação de websites, newsletters ou peças específicas daquilo que a nossa atividade entrega. O meu papel é gerir clientes, empreitadas, colaboradores, objetivos, a gestão do negócio, a sua visão estratégica, escolher as melhores equipas para cada desafio, maximizar a sua rentabilidade, entre outras responsabilidades que me cabem. Tenho o meu sentido estético, a minha experiência profissional, a minha intuição e sei para onde levar as coisas. Mas neste momento específico, eu precisava sempre da ajuda de freelancers ou de colegas como o Marcelo Souto e o João Costa. E foi isso que aconteceu.

Entrei na reunião sem saber bem o que iria encontrar. Percebi que era sério pela postura de todos. Sentei-me e ouvi. Fizeram-me um briefing concreto, mas abstrato. Eu não percebia o que estava por trás de tanta emoção. Para mim a Infralobo queria fazer um evento e uma campanha de comunicação em tempo recorde para falar de uma aplicação que eles tinham instalado recentemente. Achava aquilo demasiado “banal” para ter todo aquele entusiasmo por detrás. Foi nesta mesma reunião que os presentes disseram: “Este é o primeiro smart resort do mundo” e queremos comunicá-lo como tal. Foi estranho para mim.

Eu e o meu irmão éramos miúdos quando a nossa Mãe foi convidada para ser secretária do Senhor Sander van Gelder, a personalidade holandesa cuja reputação corria mundo numa altura em que não havia internet. Foi ele o primeiro a fazer uma casa inteligente no Algarve. O conceito de smart house foi implementado por ele em Portugal. Bater as mãos e acender as luzes, ligar ares condicionados de forma automática, controlar acessos, pré-programar alarmes, sistemas de áudio por toda a casa, portões que abrem e fecham, entre tantas soluções que no final dos anos 80 e princípio dos anos 90 eram absurdamente novas! Características que hoje são ridiculamente reduzidas a obrigatoriedades, naquela altura eram notícias de telejornal em prime time. A nossa Mãe fazia parte daquela equipa do triângulo dourado, numa altura de muito trabalho e pouco tempo para a família. Valiam as empadas do Supermercado Apolónia. A marca Vale do Lobo ficou indelevelmente marcada em nós como aquele lugar onde a nossa Mãe trabalhava muito e de onde saíam aquelas notícias excêntricas e inovadoras.

O primeiro Smart Resort do mundo”? O que será isso em concreto? Na minha cabeça, o Smart Resort seria algo mais sofisticado que a smart house do Van Gelder. Mas como? E foi aí que percebi o que estava a ser implementado naquela área geográfica gerida pela Infralobo, Concelho de Loulé. Fiquei boquiaberto com as soluções tecnológicas, com os avanços centralizados da Smart Room, com o potencial daquela solução que era ali implementada, testada e utilizada pela primeira vez no mundo. E em total funcionamento. Uns falam, outros fazem. E ali estava a ser feito.

Na universidade católica portuguesa onde estudei, era prática repetirem-se as palavras “os portugueses são capazes de grandes feitos”, quer nas disciplinas de Literatura, História, História das Ideias, História de Arte ou Cultura Portuguesa. É uma característica do Modo de Ser Português. Está nos livros. É-nos intrínseco. E eu, sem saber, estava sentado à mesa com “portugueses capazes de grandes feitos”.

Intervim. Questionei. Tentei perceber o projeto na íntegra. Levaram-me à smart room e deram-me exemplos concretos de como tudo funcionava de verdade: testes de intervenção dos colaboradores no terreno, participação de ocorrências por parte de qualquer morador, câmaras, rácios, resultados, pedidos, necessidades, ações, tarefas, responsabilidades, consumos, rotas, tanta coisa que ali estava espelhada em 6 grandes ecrãs de televisão e à distância de cliques de rato. Era uma solução tecnológica de diversos hardwares e softwares combinados entre si que, em 2017, era o que de mais perto tínhamos da robótica e inteligência artificial em contexto real.

Saí da Infralobo empolgadíssimo. Tinha a missão de trabalhar com o Marcelo Souto e com o João Costa. O resto não estava bem definido na minha cabeça. Precisava de falar com eles com urgência. Contactá-los e perceber se estavam interessados e o que tínhamos pela frente. Quanto dinheiro poderia perder ou ganhar com aquele processo? Quantos dias demoraria? Como iria fazer? Entre uma panóplia longa de questões sem resposta. O projeto tinha chegado. Aquele que eu procurava. Sem tempo para o executar, mas com muita vontade de ser. E, ainda por cima, numa altura em que havia mais coisas em curso. Se fosse só este Cliente, já seria pouco tempo; mas não, haviam mais. Fizemos todas. Mesmo aquelas que não estavam a correr bem.

A título de exemplo, foi ainda em Fevereiro que entreguei a solução de Grupo Empresarial Prime Pass. Depois de conhecer a realidade e o conceito do grupo de empresas, depois de muitas reuniões de trabalho e investigação, chegámos ao seguinte sistema de marca funcional.

Foi ainda em Fevereiro que entreguei a marca, o estacionário e todos os suportes da Foz Clinic. Desenvolvi a marca com o designer André Aleixo, estacionário e algumas aplicações para a nova Clínica. Não correu como esperado, mas ficou feito.

Foi ainda em Fevereiro que a Kikas, a nossa cadela Boxer, teve a sua ninhada de cachorros, com a necessidade de uma operação de urgência. Depois de uma cirurgia de 3 horas, nasceram o Tofo, a Dama e o Godzilla. Ficamos com os primeiros dois e demos o terceiro. Para quem não sabe, quando nascem cachorros, se a cadela não produz leite suficiente, é necessário dar biberão de duas em duas horas durante 8 semanas a cada um… A Kikas não produzia leite. E assim foi para nós. Entre mim, a minha mulher, o meu pai, o meu irmão, a Isilda e a Tânia, estabelecemos escalas, horários e definimos responsabilidades.

Foi ainda em Fevereiro que Francisco Camilo fez o graffiti do templo japonês na sede da B16. Chegou num dia à tarde de comboio diretamente de Santarém e durante toda a noite, eu e o Luís Frederico, ficámos a vê-lo edificar aquela peça que transformou o nosso escritório num templo de trabalho em que nos sentíamos bem. Foi pintada na parede. Arte pela arte. Mais tarde, quando saí desse escritório, sofri horrores ao passar o rolo de tinta branca por cima daquele desenho tão lindo. Mas enquanto lá estive, estabeleceu o mote para o que veio mais tarde a ser considerado o nosso Zen Garden.

Mas, mais importante que tudo isso, foi em Fevereiro que “bati bolas” com o Marcelo Souto para chegarmos ao resultado da Marca Smart Resort by Infralobo. A edificação do conceito, a forma, as cores, o significado, a narrativa. Dias e noites de trabalho árduo, de Faro para o Japão, do Japão para Faro. O Marcelo dedicou-se. Eu dediquei-me. Naquele tempo não havia inteligência artificial. Era feito “à manápula”. Partíamos pedra em cada frase, em cada raciocínio, e tudo era feito com carinho e significado. Um trabalho que muito nos orgulha. Pensámos em tudo. O conceito foi feito de raiz. Nos anos vindouros – mal sabíamos nós quantos seriam – o conceito acolheu todas as necessidades sobre si mesmo e a marca edificada provou ser de uma elasticidade brutal. Ainda hoje dá cartas. Eternizou-se.

Dias mais tarde, os “portugueses capazes de grandes feitos” adoraram o nosso trabalho. Deram-nos os parabéns e pediram-nos mais. Começamos a saga de organização do evento de apresentação do “primeiro Smart Resort” ao mundo. Tivemos um mês infindável de trabalho de pré-produção, assessoria de imprensa, produção de peças de design, formalização de equipas de trabalho, contratação de fornecedores, preparação e redação de discursos, alinhamentos, envio de convites e follow up de convidados, decoração do espaço e todas as micro tarefas para o que iria ocorrer no dia 1 de Março de 2017.

No dia 1 de Março a Infralobo mudou o paradigma.

Juntamente com o João Costa, organizamos, fotografamos, assessoramos, filmamos e edificamos um conjunto de peças pré, durante e pós-evento. Com calma, sem pressa, mas com qualidade. Fomos fazendo. Fomos divulgando.

E o Cliente deu-nos a confiança de que este era apenas o começo de uma relação duradoura.

Tudo isto, com uma grávida linda em casa, biberões de duas em duas horas e um carro que teimava em pregar-nos sustos. Estávamos em Março, e o ano estava só a começar.

Sempre fui uma pessoa que dá ouvidos à intuição. Menos no passado, cada vez mais no presente. Naquela altura, pela primeira vez, percebi que ser sócio-gerente da B16 é gerir pessoas. É aproveitar as oportunidades para fazer bem feito. É criar conceitos, estratégias, conteúdos e mecanismos para controlar o progresso do que fazemos. É maximizar a rentabilidade em cada desafio. É fazer e registar a história daqueles que confiam em nós. Trabalho na área de comunicação, marketing e publicidade há muitos anos. Apenas aqui percebi que, mais do que entregar-me às causas/ marcas/ Clientes, o meu papel no mundo é fazer com que cada oportunidade dê origem a resultados consistentes, reais, diferenciadores e palpáveis. É delegar aos artistas a responsabilidade da criação e fazê-los voar no espaço aéreo delimitado pelo alcance de quem paga as contas. A intuição, o espírito de missão, a felicidade de trabalhar numa área tão diversificada, a gestão dos recursos (todos) e o planeamento de uma vida pessoal e profissional customizada começaram aqui a ganhar forma. Hoje sou quem sou e como sou por momentos como este. Com orgulho, alegria e sentimento de dever cumprido. Os valores do Bushido nunca fizeram tanto sentido como agora. E quem me explica que naquela altura a verdade de hoje já se ia vislumbrando? São assim as coisas da vida. Se estivermos atentos e escutarmos. Como os pássaros que cantam; as flores que crescem à vista desarmada; o céu que fala com a nossa espécie; a natureza que teima em não ser cientificamente explicável; o enigma da funcionalidade do corpo humano; a força energética da mente; a filosofia eterna de Ser… Viver. Que bênção.

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