Lembrar 2017 é divagar num ano psicadélico. De tanto marco transformador, coisa boa e projeto. Tanto.
Lembrar 2017 é ficar confuso na irracionalidade. Da empreitada, do vídeo, fotografia, cor, objeto ou momento. Tanto.
Lembrar 2017 é derramar lágrimas felizes no caldeirão do druida. Por pessoas, animais, lugares, valores e vontades. Tantos.
Natal em Família, sol, viagens e amor.
A ninhada da Kikas.
Casa, tempo e devoção.
O NASCIMENTO DA OLÍVIA.
O graffiti do Francisco Camilo.
O primeiro Smart Resort do Mundo.
O Meeting Place do Algarve.
Os bonecos que despedem pessoas.
Conversas de Trabalho.
O website animado do Rui Correia.
E uma mão cheia de outras coisas boas (e más).
Um ano maravilhoso.
E só por isso, apetece-me contemplar, respirar, sentir.
Nesta segunda parte, viajo por este ano que tantas lágrimas felizes derramei no caldeirão do druida.