10 anos | Parte I – Prelúdio

21 Janeiro 2026

Prólogo / Prelúdio / Prefácio / Nota prévia

A primeira vez que abri uma empresa foi em 2008, enquanto trabalhava a tempo inteiro no Teatro Municipal de Faro. Abri um Centro de Cópias no antigo Instituto Superior Dom Afonso III, em Loulé, com um sócio que, infelizmente, já cá não está: o Ricardo Nascimento, a quem presto uma querida e sentida homenagem (estejas onde estiveres, sócio).

Cometi vários erros na mesma fornada, mas aprendi com todos eles: financiamentos, investimentos, contratos, vendas, operação, contabilidade, recursos humanos, licenças, legalidades, direitos de autor, tanta coisa. Foi uma verdadeira “segunda licenciatura”.

A minha primeira experiência de empresário – há quase 20 anos atrás – culminou na falência da Copialternativa LDA, o “meu” primeiro negócio.

Assim, simples, só para começar.

Foram anos a tentar correr contra o tempo: vários trabalhos em simultâneo (full time, part time, biscates), a tentativa frustrada de pagamento das contas que cresciam tipo bola de neve, a venda do carro, de objetos e mobília, o aluguer de quartos em casa, um processo psicológico atroz que envolveu depressões, adições, quebra de relações profissionais, amorosas, amistosas e familiares… 

Momentos muito difíceis.

Toda uma tentativa de ultrapassar esse momento infinito que, por sinal, durou de 2009 a 2012.

Uma bela experiência, por sinal.

Apesar de MUITO DIFÍCIL, aprendi imenso com essa jornada.

Imenso!

Estou grato por todas as dificuldades que passei.

Nunca imaginei estar onde estou hoje. 

Sou sócio-gerente de uma empresa com 10 anos de existência. 

10 anos… uma década.

Impressionante!

Se me perguntassem há 10 anos atrás quanto tempo iria durar este “meu” projeto, eu diria: sei lá, uns 2 ou 3 anos…

Olhando para trás: fico incrédulo.

Este é um ano de celebração. De contemplação. De recordação. De olhar para trás e de sentir o que foi feito.

Estas X (dez) Partes com as quais me comprometo servem para recordar momentos, celebrar pessoas, honrar compromissos e tecer algumas opiniões sobre determinadas situações por que passei/passámos.

Por cada ano tratado, tentarei abordar de forma simples os temas, acontecimentos e marcos por que passei/ passámos.

Há uma visão maior no final desta empreitada.

A B16 é resultado disso.

O meu sonho atual é diferente. Ambiciono que os próximos 10 anos não sejam tão relacionados comigo, mas com as pessoas que deste projeto fazem parte. 

Eu preciso disso. A B16 precisa disso.

No final desta aventura, veremos o que daqui emerge.

Boas leituras.

Bruno Gabriel
Business Shogun

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